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Quando nos referimos a Linguagens e Códigos, compreendemos que tais vocábulos são aplicados a questões voltadas para a Língua Portuguesa. Mas, e em se tratando do termo “tecnologias”, você sabe qual significado devemos atribuir a ele? Por que as tecnologias também são cobradas nesta área do conhecimento?
Devemos atribuir sua importância à era pela qual passamos, caracterizada por uma intensa fase na qual os recursos tecnológicos se encontram a todo vapor. E por que não evidenciá-los como constituintes relevantes do processo de ensino e aprendizagem?

Eis aí a razão do questionamento abordado anteriormente, cuja importância prevalece em uma das competências relativas ao processo avaliativo. Ei-la, portanto:
- Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

A título de ilustração, sugerimos que você se atenha à questão de nº 113, referente ao Enem 2009, tendo acesso ao gabarito oficial do Enem 2009

Ainda ressaltando acerca das competências expressas na primeira parte do artigo, torna-se altamente sugestivo nos atermos a uma outra questão referente ao Enem 2009, seguida da resolução comentada pela equipe do Brasil Escola:

Tal questão se atém a uma das competências relativas à capacidade de identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas neles presentes

A linguagem da tirinha revela:
A- o uso de expressões linguísticas e vocabulário próprios de épocas antigas.
B- o uso de expressões linguísticas inseridas no registro mais formal da língua.
C- o caráter coloquial expresso pelo uso do tempo verbal no segundo quadrinho.
D - o uso de um vocabulário específico para situações comunicativas de emergência.
E- a intenção comunicativa dos personagens: a de estabelecer a hierarquia entre eles.

A presente questão tem como verdadeira a alternativa “c”, que retrata a linguagem informal utilizada no quadrinho.
No intuito de nortear seus estudos e torná-lo (a) bem preparado (a) para o referido exame, seguem algumas dicas referentes aos possíveis conteúdos de Língua Portuguesa que podem ser abordados, os quais poderão ser encontrados por meio de alguns textos encontrados em evidência:
Morfologia

- Classes de palavras

Substantivo

Adjetivo e locuções adjetivas
Artigo

Preposição

Conjunções coordenativas

Conjunções subordinativas

Classificação dos verbos


Interjeição

Advérbio

Numerais

Pronome e suas respectivas classificações

Sintaxe

- Termos essenciais da oração

Sujeito e Predicado

- Termos integrantes da oração

Complementos verbais

Complemento Nominal


Agente da passiva

- Termos acessórios da oração

Adjunto adnominal e adjunto adverbial 

Vocativo

- Orações subordinadas

Período composto por subordinação 

- Concordância verbal e nominal

Concordância verbal e nominal e demais artigos relacionados

- Regência verbal e nominal

Regência verbal 

Regência nominal


Quando mencionamos a prova de Língua Portuguesa, estamos de forma direta nos referindo à linguagem tida no seu sentido literal. Dessa forma, tal disciplina nos proporciona uma base elementar para que o bom desempenho funcione como palavra de ordem nesse processo avaliativo que é o Enem.
Tal afirmativa remete a um relevante aspecto – a interpretação, que não significa apenas decifrar símbolos; mas que exige que você, na qualidade de leitor, inteire-se do discurso e, sobretudo, que a leitura faça sentido mediante a interlocução. Prova disso é que, muitas vezes, o próprio enunciado já traz todos os elementos para que a resposta exata seja encontrada de forma fácil e precisa. No entanto, pelo fato de não ter havido uma boa interpretação, muitas vezes o resultado não é o que se esperava.
Outro fator que também deve ser levado em conta é que a interpretação não se limita a textos, uma vez que faz parte das propostas do Enem a capacidade de o aluno saber interpretar gráficos, imagens, mapas e tabelas, e saber extrair desses os dados necessários para responder a questão que lhe é solicitada. Nesse sentido, faz-se necessário ler o material oferecido atentamente para se situar no assunto. Outra dica importante é levar em consideração datas e legendas, de modo a extrair o máximo de informações possíveis. Em suma, quanto mais familiaridade o aluno tiver com a leitura, mais capacidade ele terá de realizar uma interpretação de modo plausível, o que incidirá de forma direta no seu bom desempenho frente ao processo seletivo.
Partindo de tais pressupostos, podemos dizer que fazem parte dos requisitos preconizados pelo Enem as chamadas competências definidas por cada área do conhecimento. Em se tratando da área relacionada a Linguagens, Códigos e Tecnologias, espera-se que o aluno esteja apto a:
- Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.

- Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.

- Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.

- Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.

- Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.

- Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.

- Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
- Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público-alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.

- Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.

- Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

- Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.

- Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social.

- Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.



Após várias tentativas de se unificar a ortografia da língua portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2015.



Algumas modificações foram feitas no sentido de promover a união e proximidade dos países que têm o português como língua oficial: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

No entanto, não é necessário que haja aversão às alterações, pois são simples e fáceis de serem apreendidas! Além disso, há um prazo de adaptação que dá calmaria a todo processo de mudança!
Para tanto, o Brasil Escola apoiará as novas regras e irá promover a atualização dos textos para que os internautas possam se sentir mais confortados e ambientados com esse novo jeito de escrever algumas palavras!

A ABL (Academia Brasileira de Letras) dispõe de um link para quem tiver dúvidas sobre o acordo, é só acessar www.academia.org.br e procurar o serviço “ABL Responde” à direita na página. No entanto, não há prazo para que as repostas sejam enviadas, já que cada pergunta passará por análise da comissão de lexicografia e lexicologia. 

Visite esta seção e tire todas as suas dúvidas de maneira rápida e objetiva, proporcionada por uma linguagem simples e prazerosa. Fique sabendo de todas as mudanças ortográficas significativas para o Brasil! É só clicar e informar-se!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola



 A acentuação é um dos requisitos que perfazem as regras estabelecidas pela Gramática Normativa. Esta compõe-se de algumas particularidades, às quais devemos estar atentos, procurando estabelecer uma relação de familiaridade e, consequentemente, colocando-as em prática na linguagem escrita.

À medida que desenvolvemos o hábito da leitura e a prática de redigir, automaticamente aprimoramos essas competências, e tão logo nos adequamos à forma padrão.

Em se tratando do referido assunto, devemos nos ater à questão das Novas Regras Ortográficas da Língua Portuguesa, as quais entraram em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2009. E como toda mudança implica em adequação, o ideal é que façamos uso das novas regras o quanto antes.

O estudo exposto a seguir visa aprofundar nossos conhecimentos no que se refere à maneira correta de grafarmos as palavras, levando em consideração as regras de acentuação por elas utilizadas. Lembrando que elas já estão voltadas para o novo acordo ortográfico.

Regras básicas – Acentuação tônica 

A acentuação tônica implica na intensidade com que são pronunciadas as sílabas das palavras. Aquela que se dá de forma mais acentuada, conceitua-se como sílaba tônica.

As demais, como são pronunciadas com menos intensidade, são denominadas deátonas. 

De acordo com a tonicidade, as palavras são classificadas como:

Oxítonas – São aquelas cuja sílaba tônica recai sobre a última sílaba. 

Ex.: café – coração – cajá – atum – caju – papel 

Paroxítonas – São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na penúltima sílaba. 

Ex.: útil – tórax – táxi – leque – retrato – passível 

Proparoxítonas - São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na antepenúltima sílaba.

Ex.: lâmpada –  câmara –  tímpano – médico – ônibus

Como podemos observar, mediante todos os exemplos mencionados, os vocábulos possuem mais de uma sílaba, mas em nossa língua existem aqueles com uma sílaba somente: são os chamados monossílabos, que, quando pronunciados, apresentam certa diferenciação quanto à intensidade.

Tal diferenciação só é percebida quando os pronunciamos em uma dada sequência de palavras. Assim como podemos observar no exemplo a seguir:

“Sei que não vai dar em nada,
Seus segredos sei de cor”. 


Os monossílabos ora em destaque, classificam-se como tônicos; os demais, como átonos (que, em, de).

Acentuação gráfica 


Os acentos 

# acento agudo (´) – Colocado sobre as letras "a", "i", "u" e sobre o "e" do grupo “em” indica que estas letras representam as vogais tônicas de palavras como Amapá, caí, público, parabéns. Sobre as letras “e” e “o” indica, além da tonicidade, timbre aberto. 


Ex.: herói – médico – céu 

# acento circunflexo (^) – colocado sobre as letras “a”, “e” e “o”, indica além da tonicidade, timbre fechado: 

Ex.: tâmara – Atlântico – pêssego – supôs 

# acento grave (`) – indica a fusão da preposição “a” com artigos e pronomes. 


Ex.: à – às – àquelas – àqueles 

# O trema (¨) – De acordo com a nova regra, foi totalmente abolido das palavras. Há uma exceção: é utilizado em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros. 

Ex.: mülleriano (de Müller) 

# O til (~) – indica que as letras “a” e “o” representam vogais nasais. 

Ex.: coração – melão – órgão – ímã 

Regras fundamentais: 

Palavras oxítonas:
Acentuam-se todas as oxítonas terminadas em: "a", "e", "o", "em", seguidas ou não do plural(s):


Pará – café(s) – cipó(s) – armazém(s) 

Essa regra também é aplicada aos seguintes casos:

Monossílabos tônicos terminados em "a", "e", "o", seguidos ou não de “s”. 

Ex.: pá – pé – dó –  há 

Formas verbais terminadas em "a", "e", "o" tônicos, seguidas de lo, la, los, lãs.

respeitá-lo – percebê-lo – compô-lo 

Paroxítonas: 

Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em: 

- i, is 

táxi – lápis – júri 

- us, um, uns 

vírus – álbuns – fórum 

- l, n, r, x, ps 

automóvel – elétron - cadáver – tórax – fórceps 

- ã, ãs, ão, ãos 

ímã – ímãs – órfão – órgãos 

-ditongo oral, crescente ou decrescente, seguido ou não de “s”. 

água – pônei – mágoa – jóquei 

Regras especiais: 

#Os ditongos de pronúncia aberta "ei", "oi", que antes eram acentuados, perderam o acento de acordo com a nova regra. 
Ex.:

AntesAgora
assembléiaassembleia
idéiaideia
geléiageleia
jibóiajiboia
apóia (verbo apoiar)apoia
paranóicoparanoico


Observação importante – O acento das palavras herói, anéis, fiéis ainda permanece.

# Quando a vogal do hiato for “i” ou “u” tônicos, acompanhados ou não de "s", haverá acento: 

Ex.: saída – faísca – baú – país – Luís 

Observação importante:

Não serão mais acentuados “i” e “u” tônicos, formando hiato quando vierem depois de ditongo: 
Ex.:

AntesAgora
bocaiúvabocaiuva
feiúrafeiura
SauípeSauipe




# O acento pertencente aos hiatos “oo” e “ee” que antes existia, agora foi abolido. Ex.:

AntesAgora
crêemcreem
lêemleem
vôovoo
enjôoenjoo


#Não se acentuam o "i" e o "u" que formam hiato quando seguidos, na mesma sílaba, de l, m, n, r ou z: 
Ra-ul, ru-im, con-tri-bu-in-te, sa-ir, ju-iz 

#Não se acentuam as letras "i" e "u" dos hiatos se estiverem seguidas do dígrafo nh: 

ra-i-nha, ven-to-i-nha. 

#Não se acentuam as letras "i" e "u" dos hiatos se vierem precedidas de vogal idêntica: 

xi-i-ta, pa-ra-cu-u-ba 

No entanto, tratando-se de palavra proparoxítona haverá o acento, já que a regra de acentuação das proparoxítonas prevalece sobre a dos hiatos: 

fri-ís-si-mo, se-ri-ís-si-mo 

# As formas verbais que possuíam o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i" não serão mais acentuadas. 
Ex.:

AntesDepois
apazigúe (apaziguar)apazigue
averigúe (averiguar)averigue
argúi (arguir)argui


# Acentuam-se os verbos pertencentes à terceira pessoa do plural de: 
ele tem – eles têm
ele vem – eles vêm


# A regra prevalece também para os verbos conter, obter, reter, deter, abster. 
ele contém – eles contêm
ele obtém – eles obtêm
ele retém – eles retêm
ele convém – eles convêm 


# Não se acentuam mais as palavras homógrafas que antes eram acentuadas para diferenciá-las de outras semelhantes. Apenas em algumas exceções, como: 

A forma verbal pôde (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo) ainda continua sendo acentuada para diferenciar-se depode (terceira pessoa do singular do presente do indicativo). 

O mesmo ocorreu com o verbo pôr para diferenciar da preposição por. 

Palavras homógrafas 

pola (ô) substantivo – pola (ó) substantivo
polo (s) (substantivo) - polo (s) (contração de por + o)
pera (substantivo) - pera (preposição antiga)
para (verbo) - para (preposição)
pelo(s) (substantivo) - pelo (do verbo pelar)
pela, pelas (substantivo e verbo) - pela,pelas (contração de preposição +artigo) 


Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola



A acentuação gráfica encontra-se relacionada a pressupostos preconizados pela gramática 

A acentuação gráfica, assim como várias ocorrências linguísticas, encontra-se relacionada a pressupostos predeterminados.


A acentuação gráfica encontra-se relacionada a pressupostos preconizados pela gramática
Más concepções você até pode ter acerca dos postulados gramaticais, Masdepois que se interagir com tudo o que preparamos para você nesta seção, certamente que essa ideia será reformulada, sim?
Pois bem, esse jogo linguístico foi apenas para que você percebesse que duas palavras semelhantes, divergindo-se apenas pelo sinal gráfico, estão intimamente relacionadas a duas ocorrências singulares: o acento gráfico – materializado no adjetivo “más” e a acentuação tônica – retratada na conjunção adversativa “mas”.   Inferências nos atestam que as ilustrações aqui destacadas serviram apenas para nos demonstrar um exemplo, mas há uma diversidade de outros casos em que a existência do acento gráfico determina também a divergência de significado entre uma palavra e outra.
Simples é quando tomamos por base algumas palavras, tais como: denuncia/denúncia – anuncio/anúncio – prática /pratica, entre tantos outros casos.
Assim, estar consciente do uso ou não do acento em uma determinada palavra, além de atestar habilidades linguísticas competentes, ainda fomenta o fato de que, enquanto usuários da língua, estamos submetidos a um sistema de leis combinatórias, as quais devem ser rigorosamente colocadas em prática. Falando assim, a menção a que fazemos à linguagem escrita é fato notório, pois o chamado padrão formal aplica-se, sobretudo, a tal modalidade. No entanto, essas mesmas habilidades também se aplicam à oralidade, haja vista que participamos ativamente de situações formais de interlocução nas quais somos incumbidos de nos expressar segundo os ditames expressos pelas regras gramaticais.

Caso assim não procedermos, seremos fortes candidatos à repulsa, haja vista que na maioria das vezes cometemos um vício de linguagem denominado de silabada.   Dessa forma, não o cometamos, sobretudo pelo fato de que a seção com a qual você se depara a partir de agora traz informações “quentíssimas” acerca das regas de acentuação, de modo a deixá-lo (a) ainda mais competente. Acesse, pois, que tal?

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras



Concordância Verbal e Nominal


Saiba tudo sobre concordância verbal e nominal e não tenha mais problemas!
Saiba tudo sobre concordância verbal e nominal e não tenha mais problemas!
De acordo com Mattoso Câmara “dá-se em gramática o nome de concordância à circunstância de um adjetivo variar em gênero e número de acordo com o substantivo a que se refere (concordância nominal) e à de um verbo variar em número e pessoa de acordo com o seu sujeito (concordância verbal). Há, não obstante, casos especiais que se prestam a dúvidas”.

Então, observamos e podemos definir da seguinte forma: concordância vem do verbo concordar, ou seja, é um acordo estabelecido entre termos.

O caso da concordância verbal diz respeito ao verbo em relação ao sujeito, o primeiro deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª, 3ª) com o segundo.

Já a concordância nominal diz respeito ao substantivo e seus termos referentes: adjetivo, numeral, pronome, artigo. Essa concordância é feita em gênero (masculino ou feminino) e pessoa.


Como vimos acima, na definição de Mattoso Câmara, existem regras gerais e alguns casos especiais que devem ser estudados particularmente, pois geram dúvidas quanto ao uso. Há muitos casos que a norma não é definida e há resoluções diferentes por parte dos autores, escritores ou estudantes da concordância.

Veja com mais detalhes esse assunto nos links a seguir: Concordância Verbal – Regra geral e Concordância Verbal - Os casos especiais.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Artigos de "Concordância Verbal e Nominal "



Benfeito" substitui "bem-feito"


Segundo a nova ortografia, algumas formas iniciadas pelo prefixo "bem-" sofrem alteração. Segundo o texto do Acordo, ocorre aglutinação na família do verbo "bem-fazer", que agora se escreve "benfazer" (forma que, embora já existisse antes, não era recomendada pelo Houaiss).
Assim, a antiga palavra "bem-feito" perde o hífen e passa a "benfeito", obedecendo ao padrão de "benfeitor", "benfeitoria" e "benfazejo", todas já aglutinadas e pertencentes à mesma linha de cognação.
Já a grafia do verbo "bem-querer", segundo a interpretação dada pela ABL ao texto oficial do Acordo, passa a conviver com a grafia "benquerer". Note-se que as formas "benquisto" e "benquerença" já eram aglutinadas, portanto justificariam a aglutinação de "benquerer" por analogia.
Segundo a nova edição do "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa", porém, a antiga forma "benquerença" passa a conviver com a forma "bem-querença". Em suma, temos "benquerer"/ "bem-querer" e "benquerença"/"bem-querença", ao gosto do freguês, como se dizia em tempos idos. "Benquisto" permanece sem alterações.
  • Mais dicas acesse: http://www.uolvestibular.com.br



Português


Conteúdo completo de português para o vestibular. Português do Vestibular - Gramática, Literatura, Ortografia, simulados de português, provas de português do vestibular, dicas dos professores de português dos principais cursinhos e muito mais.

Ops! Mim faz e Acontece?

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O emprego dos pronomes eu e mim. Apesar de simples, o emprego dos pronomes eu e mim ainda pega a moçada pelo pé.Veja o exemplo: Leia Mais ››

Por que são vários os tipos de porquês?

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A palavra “porque” é resultado da junção da preposição “por” e do pronome relativo, interrogativo ou indefinido “que”. Ele apresenta quatro grafias diferentes: porque, porquê, por que e por quê.
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Exercícios de Sujeito e Predicado

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Faça os exercícios sobre Sujeito e Predicado e prepare-se para as provas. Os exercícios de Sujeito e Predicado simplesirão lhe ajudar a entender a mais sobre português. A respostas para os exercícios se encontram ao final.
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Trovadorismo

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Trovadorismo foi a primeira escola literária portuguesa. Esse movimento literário compreende o período que vai, aproximadamente do século XII ao século XIV.
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Funções da palavra QUE

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A palavra QUE pode pertencer a várias categorias gramaticais, exercendo as mais diversas funções sintáticas. Veja abaixo quais são essas funções e classificações.
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Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa

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Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa Em 29 de setembro de 2008, foi oficializada pelo presidente Lula a reforma ortográfica brasileira. As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009 e devem ser completamente implementadas até 2011.
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Dica Novo Acordo Ortografico (Vídeo Aula)

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Vídeo com a Professora Lilica de Redação e Gramática dá dicas sobre o Novo Acordo Ortografico - Oficina do Estudante.
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