twitter

Mostrando postagens com marcador geografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador geografia. Mostrar todas as postagens

A partir de 2010, o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) passou a ser composto por 180 questões objetivas e uma redação. Outra mudança se refere à estrutura da prova, com questões interdisciplinares. Sendo assim, foram criadas quatro áreas do conhecimento:
Ciências Humanas e suas Tecnologias – Geografia, História, Filosofia e Sociologia.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias – Biologia, Física e Química.
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação – Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação.
Matemática e suas Tecnologias – Matemática.
Portanto, os conteúdos de Geografia integram a área das Ciências Humanas e suas Tecnologias, juntamente com História, Sociologia e Filosofia. São 45 questões que abordam esses temas de forma interdisciplinar, ou seja, exploram aspectos de todas essas disciplinas em um mesmo exercício.
No entanto, alguns conteúdos são específicos de uma determinada disciplina. Nesse sentido, abordaremos os possíveis temas que poderão ser cobrados nos exercícios que exijam um domínio de Geografia. De acordo com o conteúdo programático do Edital, esses temas são:
Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade:

Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado:

Características e transformações das estruturas produtivas:

Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente:
Questões ambientais contemporâneas:

Representação espacial:

Além desses temas já destacados, outros assuntos referentes à Geografia que merecem uma atenção especial são: os conflitos nos países árabes, o terremoto no Japãoorganizações internacionaisBRICáguadesmatamentodesertificação, além dos exercícios com gráficos e tabelas, que exigem uma atenção redobrada dos estudantes.
Bons estudos!



Timor Leste: País da Oceania

Assuntos: geografia, Geografia Geral, Oceani




A urbanização consiste na aglomeração populacional nas cidades em virtude do surgimento das sociedades industriais, gerando uma série de implicações para o espaço geográfico.


Grande aglomeração de pessoas, prédios, pavimentação, iluminação são características de áreas urbanas.* 
Grande aglomeração de pessoas, prédios, pavimentação, iluminação são características de áreas urbanas.*

O termo urbanização tem origem na expressão latina urbi, que significa cidade. Por outro lado, urbi é derivada da palavra suméria Ur, uma das duas primeiras cidades da história, localizada na região da Mesopotâmia e formada por volta do ano de 6000 a.C. Estudos arqueológicos apontam para outra localidade na Mesopotâmia, Uruk, como sendo a primeira cidade notoriamente ‘urbana’. Em torno de 3500 a.C., Uruk já contava com um arranjo estrutural avançado, estimulado pelas atribuições comerciais e o desenvolvimento da escrita cuneiforme.
Mesmo com essa analogia entre o urbano e a cidade, na verdade, a cidade é o local do urbano, pois nem toda cidade é plenamente urbana, por vezes as funções da cidade podem estar relacionadas ao extrativismo e à agropecuária. Uma área urbana tem como preceitos uma grande aglomeração de pessoas vinculadas às relações complexas da industrialização, a circulação de mercadorias, pessoas e os fluxos de capitais. Todas essas características se complementam quando analisamos uma paisagem tipicamente urbana, marcada pelos equipamentos urbanos como prédios, pavimentação, iluminação, obras estruturais e o intenso individualismo que marca a era das metrópoles.
Nesse sentido, a urbanização como nós conhecemos foiiniciadaa partir da Revolução Industrial, no século XVIII, a princípio na Inglaterra e depois se espalhando por outras localidades da Europa e nos Estados Unidos. As primeiras fábricas provocaram um grande êxodo rural pela necessidade de absorção de mão de obra e formação de mercados consumidores. Concomitantemente, as máquinas da Revolução Industrial invadiram o campo, mecanizando a lavoura e expulsando os camponeses de suas terras.
O fenômeno urbano chegou acompanhado por uma série de problemas. As primeiras aglomerações urbanas da Inglaterra e da França combinavam poluição atmosférica, falta de saneamento básico e condições precárias de vida para os seus habitantes. Na segunda metade do século XIX, o planejamento urbano nos países ricos considerou todos esses problemas, tornando as áreas urbanas mais adequadas às funções econômicas, mas sem deixar de atender às demandas da sociedade. Em países como o Brasil, a urbanização foi lenta e demorou mais tempo para se concretizar. As funções coloniais adiaram a modernização das cidades brasileiras que estavam limitadasao fornecimento de matérias-primas, pois a colônia não poderia atingir um nível de organização que se equivalesse ao da metrópole.
Apenas com a difusão da atividade industrial no Brasil, consolidada após a 2ª Guerra Mundial, é que foram definidos os rumos da urbanização brasileira. Isso significa que os países que tiveram um processo de industrialização tardia, como o Brasil, também tiveram uma urbanização tardia e sem planejamento. O êxodo rural iniciado no Brasil na década de 1950 provocou um inchamento das cidades, conhecido nos dias de hoje como a macrocefalia urbana. Tanto que, no ano de 1950, a população urbana brasileira representava um total de 18,8 %. Em 1965, esse percentual alcançou mais de 50 %, tornando o Brasil um país urbano.
Esse retrospecto colaborou para a ocorrência dos desafios urbanos presentes nos países subdesenvolvidos industrializados, como a falta de saneamento básico, enchentes, violência urbana, sistema de transporte ineficiente, carência de moradias, aumento da informalidade e a segregação socioespacial. A baixa qualidade de vida e as diversas modalidades de poluição e degradação ambiental estão fortemente atreladas ao imaginário de paisagem urbana das grandes cidades do mundo subdesenvolvido.
De acordo com os relatórios oficiais das Nações Unidas, a população mundial passou a ter mais pessoas vivendo nos centros urbanos do que nas áreas rurais no ano de 2008. Atualmente, o urbano corresponde a 52,1 % da população do planeta. Nos países desenvolvidos, essa média é de 77,7%, contra 46,5 % nos países subdesenvolvidos. Segundo o Censo 2010 realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil possui 84,4 % de sua população de cerca de 190 milhões de habitantes vivendo em áreas consideradas urbanas




População


O continente africano possui quase 900 milhões de habitantes, cerca de 14% da população mundial - a maior taxa de crescimento demográfico: 2,3% ao ano, no período entre 2005 e 2010, de acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) e registra taxas anuais de natalidade de 4,0% e de mortalidade em 2,0%.
A distribuição da população pelo espaço do continente é muito irregular. O vale do Nilo, por exemplo, possui densidade demográfica de 500 habitantes por quilômetro quadrado, enquanto os desertos e as florestas são praticamente despovoados. Outros pontos de alta densidade são o Golfo da Guiné, as áreas férteis em torno do Lago Vitória e alguns trechos nos extremos norte e sul do continente. As regiões das savanas, de maneira geral, são áreas de densidades demográficas médias. Os países mais populosos são: Nigéria, Egito, Etiópia, Republica do Congo, África do Sul, Tanzânia e Sudão.
Vale lembrar que muitos dados relativos à população africana são estimados, pois os obstáculos apresentados pelo meio natural e o subdesenvolvimento que caracteriza o continente tornam quase impossível recensear todos os habitantes do território africano, muitos dos quais vivem em tribos inteiramente isoladas do mundo moderno.
Poucos países africanos apresentam população urbana numericamente superior à rural; entre os que se enquadram nesse caso estão Argélia, Líbia e Tunísia. A quase totalidade dos países africanos exibe características típicas do subdesenvolvimento: elevadas taxas de natalidade e de mortalidade, com expectativa de vida muito baixa.
Na maior parte do continente, mais da metade dos trabalhadores está na zona rural. Esse elevado número de trabalhadores no campo indica a importância da economia rural para a população do continente e comprova que as formas de produção são simples e quase sem o uso de mecanização e tecnologia.

Organização social

Grande parte da população africana é estruturada em clãs (primeira forma de organização social) e tribos (forma de organização social posterior aos clãs). O isolamento em que vivem explica a conservação de suas particularidades culturais. Verifica-se o predomínio das religiões nativas nos países ao sul do Saara e do islamismo nas nações do norte. Há ainda importantes centros cristãos, como a Etiópia (uma das nações cristãs mais antigas do mundo) e outros decorrentes da colonização europeia.
Maior parte da população africana é constituída por diferentes povos negros, mas há expressiva quantidade de brancos, que vivem principalmente na porção setentrional do continente, ao norte do deserto do Saara - por isso mesmo denominada África Branca. São principalmente árabes, egípcios e bérberes, entre os quais se incluem os etíopes e os tuaregues; aparecem ainda, embora em menor quantidade, judeus e descendentes de europeus. Estes últimos estão presentes também, na África do Sul e são em sua maioria originários das Ilhas Britânicas e dos Países Baixos.
Ao sul do Saara temos a chamada África Negra, povoada por grande variedade de grupos negróides que se diferenciam entre si principalmente pelo aspecto físico, mas também por diferenças culturais, como as religiões que professam e a grande diversidade de línguas que falam. Os grupos mais importantes são: sudaneses, bantos, nilóticos, pigmeus, bosquímanos e hotentotes.
A diversidade linguística é muito grande, as línguas e os dialetos locais convivem com os idiomas introduzidos pelos colonizadores europeus, em especial o inglês, o francês e o africâner. As condições de vida a que a maior parte da população está submetida são as piores. A África subsaariana é a região mais pobre do planeta, com os piores indicadores socioeconômicos conhecidos. Poucos países africanos se enquadram no grupo médio de desenvolvimento humano, como é o caso da Líbia. Quase todos os países do continente estão no grupo de baixo desenvolvimento humano.
Os problemas sociais do continente têm se agravado nos últimos anos com a ocorrência de conflitos e guerras, que causam a morte de milhões de pessoas e desorganizam ainda mais a economia. Além disso, é crescente a epidemia de Aids, que já infectou milhões de pessoas. No ranking do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela Organização das Nações Unidas, todos os países da África Subsaariana possuem IDH considerado baixo.

Economia

O continente africano é o menos desenvolvido economicamente. Os poucos polos de crescimento se devem à exploração mineral (África do Sul, Líbia, Nigéria e Argélia) e, em menor escala, à industrialização, como o caso da África do Sul, uma das poucas nações que alcançaram relativa estabilidade política e que sozinha detém um quinto do PIB de toda a África.
O continente africano é essencialmente agrícola. As monoculturas de exportação (café, cacau, algodão, amendoim, etc.) alternam-se com lavouras de subsistência - rudimentar, itinerante e extensiva - planta-se em grandes extensões de terra, que são cultivadas anos seguidos, até ocorrer o esgotamento do solo. Em seguida, busca-se outra área, em que se repete o mesmo processo. Produz-se: milhete, sorgo, mandioca, banana, feijão, pimenta, inhame e batata.
Pode-se dizer que existem três grandes formas de produção na zona rural africana: a comercial, voltada para atender o mercado formado pela população urbana; a de subsistência, mais antiquada e voltada para a sobrevivência das populações rurais; e a de plantations, originada com a colonização europeia e ligada ao mercado de exportação. Muitas vezes as propriedades encontram-se sob o comando de grandes empresas agroindustriais, que encaminham os artigos agrícolas para o processamento industrial.
A pecuária na África raramente tem função comercial. Devido às condições naturais pouco propícias à criação de gado bovino, a África tem na pecuária uma atividade econômica de limitado alcance, em geral praticada de forma nômade ou extensiva. O maior destaque é para a criação de carneiros na África do Sul e na Etiópia, além de pequenos rebanhos conduzidos por nômades nas regiões de estepes. Nos países situados ao norte do Saara, criam-se camelos e dromedários, animais de grande porte utilizados como meio de transporte. Nessa região, os rebanhos caprino e ovino também são significativos.
A caça, a pesca e a coleta de produtos naturais ainda constituem importantes fontes de renda para a grande parcela da população africana. No extrativismo animal, figura em primeiro plano o comércio de couro e de peles. O extrativismo vegetal fornece como principais produtos: madeiras, resinas e especiarias, nos países cobertos parcialmente pela floresta equatorial; óleo de palmeira, e tâmara, nos países desérticos.
As criações de aves e os suínos são bem reduzidas. Uma forma de comprovar esse baixo desenvolvimento pecuarista é observar a pequena participação do continente no efetivo de animais nos rebanhos mundiais. Além disso, nota-se que a baixa qualidade dos rebanhos e seu pequeno número são fatores que contribuem para a má alimentação no continente africano.
O extrativismo é a principal fonte de renda da África. Sua exploração foi intensificada no final do século XIX, como consequência do desenvolvimento da Revolução Industrial, e sempre esteve associada aos interesses internacionais, uma vez que a indústria é inexistente no continente. É o setor econômico mais desenvolvido e organizado e que usa as melhores tecnologias.
Apesar da diversidade de minerais encontrada em seu subsolo, a África revela-se um continente pobre, o que é explicado pelo fato de a exploração das riquezas minerais ficar a cargo de companhias europeias ou norte-americanas. Estas, ao se instalarem, implantam na região uma infraestrutura - equipamentos, técnicas e meios de transporte - visando exclusivamente à extração e exportação das riquezas em estado bruto para os países industrializados, de modo que a maior parte dos lucros provenientes desse setor acaba se encaminhando para fora do continente.
A África possui um dos mais ricos subsolos do mundo, com 30% das reservas mundiais de recursos minerais. Entre os minerais, destacam-se: ouro (África do Sul, Zimbábue e Gana); diamante (República Democrática do Congo, Botsuana e África do Sul); cobre (Zâmbia e República Democrática do Congo); manganês (Gabão e África do Sul); urânio (produz 35% do total mundial); platina (90% das reservas mundiais estão na África); titânio (75% das reservas mundiais); petróleo (Líbia, Argélia, Nigéria, Angola e Gabão), gás natural (Nigéria, Gabão, Líbia, Argélia e Egito), antimônio (África do Sul), fosfato (Marrocos) e carvão (África do Sul).

Indústria e transportes

Todos os países do continente, exceto a África do Sul, fazem parte do Terceiro Mundo, exibem os mesmos problemas que caracterizam os integrantes desse bloco, agravados ainda pelo fato de que em boa parte da África a descolonização ocorreu recentemente.
A indústria africana é uma das mais pobres do mundo; sua participação na economia do continente se limita a cerca de 26% do PIB. O setor que mais se destaca é o ligado à mineração. Mesmo a grande variedade de matérias-primas, sobretudo minerais, que poderia ser utilizada para promover a indústria africana, é destinada basicamente ao mercado externo.
Atuando nesse panorama, as modestas indústrias africanas dedicam-se, em geral, ao beneficiamento de matérias-primas, como madeiras, óleos comestíveis, açúcar e algodão, ou ao beneficiamento de minérios para exportação. As poucas cidades que apresentam algumas indústrias estão quase sempre no litoral.
As indústrias têxteis e alimentícias, voltadas para o mercado interno, encontram-se em todos os países do continente, enquanto na África do Sul, no Egito e na República Democrática do Congo estão instaladas as principais indústrias de base (siderúrgicas, metalúrgicas, usinas hidrelétricas etc.). Essa circunstância justifica o fato de a África do Sul e o Egito serem os países mais industrializados do continente.
O sistema de transportes, bastante precário, constitui um entrave ao desenvolvimento industrial. A África ainda não possui uma rede rodoviária e ferroviária que interligue eficazmente suas regiões.
A União Africana pretende impulsionar a economia por meio do programa Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (Nepad). O objetivo é atrair investimentos estrangeiros que tragam o crescimento em troca da adoção de políticas fiscais rigorosas pelos países. A iniciativa tem o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.
Nos últimos anos têm aumentado os investimentos do governo chinês no continente. O governo financia projetos de infraestrutura, como estradas de ferro e oleodutos. Entre os produtos pelos quais tem interesse estão o petróleo da Angola e a platina do Zimbábue.



Exercícios sobre A irregularidade na distribuição da população do Nordeste

Teste os seus conhecimentos: Faça exercícios sobre A irregularidade na distribuição da população do Nordeste e veja a resolução comentada.


Por Wagner de Cerqueria e Francisco
  • Questão 1
    De acordo com o texto e seu conhecimento, explique os principais fatores responsáveis por essa desigualdade na distribuição populacional no território nordestino.

  • Questão 2
    Assinale a alternativa que corresponde ao estado menos habitado do Nordeste.
    a) Alagoas
    b) Sergipe
    c) Rio Grande do Norte
    d) Paraíba
    e) Ceará

  • Questão 3
    Sobre a população da região Nordeste, marque (F) para as alternativas falsas e (V) para as alternativas verdadeiras.
    a) Com aproximadamente 53,6 milhões de habitantes, o Nordeste é o complexo regional menos populoso do Brasil.
    b) A Bahia é o estado nordestino mais populoso; o Sergipe, por sua vez, apresenta o menor contingente populacional dessa região.
    c) As características socioeconômicas da Zona da Mata fazem com que essa sub-região seja a mais habitada.
    d) O Ceará é o estado nordestino menos populoso, visto que ele está localizado na sub-região do Sertão, onde os períodos de seca são predominantes.
    e) Apesar de apresentar a maior extensão territorial, a sub-região do Agreste é a menos populosa do Nordeste.

  • Questão 4
    Analise o mapa do Nordeste e suas respectivas sub-regiões.

    Leia as afirmações abaixo:
    I – A sub-região do Sertão possui a menor densidade demográfica, visto que ela apresenta a maior extensão territorial e abriga a menor parcela da população nordestina.
    II – O Meio-Norte é o principal destino dos fluxos migratórios regionais, pois essa sub-região é dotada de solos férteis para a produção agrícola, além de concentrar a maioria das indústrias instaladas no Nordeste.
    III – O Agreste e a Zona da Mata são as sub-regiões mais populosas e povoadas do Nordeste, com destaque para as cidades litorâneas.
    Portanto, as afirmativas corretas são:
    a) Alternativas I e II
    b) Somente a alternativa III

    c) Alternativas I e III
    d) Alternativas I e II
    e) Todas as alternativas

  • Questão 5
    A irregularidade na distribuição da população nordestina fica mais evidente ao analisarmos a diferença do número de habitantes entre os estados desse complexo regional, sendo que alguns estão entre o mais populoso do Brasil, enquanto outros estão entre os menos habitados. Marque a alternativa que indica o estado mais populoso do Nordeste.
    a) Bahia
    b) Ceará
    c) Maranhão
    d) Pernambuco
    e) Piauí


Respostas


  • Resposta Questão 1
    A Região Nordeste é povoada de forma muito desigual. Os principais fatores responsáveis por esse fenômeno são as características físicas da Região, onde muitos indivíduos são forçados a migrarem para outras regiões devido as constantes secas, principalmente na sub-região do Sertão.
    Outro aspecto que contribui para a irregularidade da distribuição populacional no Nordeste é o desenvolvimento econômico nas sub-regiões de Agreste e da Zona da Mata. Essas duas porções do Nordeste abrigam a maioria das e indústrias, além de serem dotadas de hospitais, clínicas, escolas, entre outros serviços essenciais para a população. Esses elementos são extremamente atrativos, desencadeando fluxos migratórios para essas duas sub-regiões.
    voltar a questão

  • Resposta Questão 2
    Alternativa correta: letra “B”.
    a) Falso – Com população estimada em 3.156.108 habitantes, Alagoas possui o terceiro menor contingente populacional do Nordeste.
    b) Verdadeiro – Sergipe é o estado com o menor contingente populacional da Região Nordeste: 2,1 milhões de habitantes.
    c) Falso – O Rio Grande do Norte, com 3.137.451 habitantes, é o segundo estado menos populoso do Nordeste.
    d) Falso – A Paraíba é habitada por 3,7 milhões de pessoas.
    e) Falso – Com 8,5 milhões de habitantes, o Ceará é o terceiro estado mais populoso do Nordeste.
    voltar a questão

  • Resposta Questão 3
    a) Falso – Com cerca de 53,6 milhões de habitantes, o Nordeste é a segunda Região mais populosa do Brasil, atrás somente da Região Sudeste: 80,9 milhões de habitantes.
    b) Verdadeiro – A Bahia é o estado mais populoso do Nordeste (14,6 milhões de habitantes). O Sergipe é o menos habitado: 2,1 milhões.
    c) Verdadeiro – A sub-região da Zona da Mata concentra a maioria das indústrias da Região, fato que proporciona maior desenvolvimento econômico. Outro aspecto que contribui para a maior concentração populacional nessa localidade são as características naturais mais atrativas para os habitantes, que fogem das constantes secas do Sertão.
    d) Falso – O Ceará é o único estado do Nordeste localizado totalmente na sub-região do Sertão, no entanto, ele não é o menos populoso, sendo o terceiro estado mais habitado dessa Região (8,5 milhões de habitantes).
    e) Falso – A sub-região do Agreste não possui a maior extensão territorial, além de ser uma das mais habitadas do Nordeste.
    voltar a questão

  • Resposta Questão 4
    Alternativa correta: letra “D”.
    I – Verdadeiro – A densidade demográfica é obtida através da divisão da área de um determinado local pela quantidade de habitantes, sendo o resultado expresso em habitantes por quilometro quadrado. Nesse sentido, o Sertão é a sub-região menos povoada do Nordeste, pois sua área é a maior e o contingente populacional é o menor.
    II –Falso – O principal destino dos fluxos migratórios regionais são as cidades localizadas na Zona da Mata. O Meio-Norte não concentra a maioria das indústrias, sendo essa uma característica da Zona da Mata.
    III –Verdadeiro – O Agreste e a Zona da Mata são as sub-regiões mais populosas (população absoluta) e povoadas (população relativa – densidade demográfica) da Região Nordeste. Esse fato se deve ao desenvolvimento econômico desses locais, que abrigam as indústrias e os principais serviços. As cidades litorâneas se destacam nesse contexto, sendo extremamente povoadas, como, por exemplo, Salvador, Recife, Maceió e João Pessoa.
    a) Alternativas I e II
    Falso
    b) Somente a alternativa III
    Falso
    c) Alternativas I e III
    Falso
    d) Alternativas I e II
    Verdadeiro
    e) Todas as alternativas
    Falso
    voltar a questão

  • Resposta Questão 5

    Alternativa correta: letra “A”.
    a) Verdadeiro – Com 14,6 milhões de habitantes, o estado da Bahia é o mais populoso do Nordeste.
    b) Falso – O Ceará é o terceiro estado mais habitado do Nordeste (8,5 milhões de pessoas).
    c) Falso – O Maranhão possui 6,3 milhões de habitantes, sendo o quarto estado mais populoso desse complexo regional.
    d) Falso – Com 8,8 milhões de habitantes, o estado de Pernambuco é o segundo mais populoso do Nordeste.
    e) Falso – Piauí abriga somente 3,1 milhões de habitantes.
    voltar a questão